Vigilância Epidemiológica

Calendário Oficial de Vacinação - 2016

Conforme Resolução nº 49, de 06/06/2016, da Secretaria Estadual de Saúde/ SP

Vacinação em crianças Vacinação para maiores de 7 anos e adolescentes Vacinação para adultos
entre 20 e 59 anos
Vacinação para adultos com
60 anos ou mais
Esquema de vacinação
para gestantes e puérperas

Calendário de Vacinação para crianças para o Brasil - 2016

Idade

Vacina

Dose

Doenças evitadas

Ao nascer

BCG-ID (1)

Dose única

Formas graves da tuberculose (principalmente nas formas miliar e meníngea)

Contra Hepatite B (2)

1ª dose

Hepatite B

2 meses

Pentavalente (DTP + Hib + HB) (3)

1ª dose

Difteria, tétano, coqueluche, meningite, outras infecções por Haemophilus influenza tipo b e Hepatite B

VIP (Vacina inativada contra a Poliomielite) (4)

1ª dose

Poliomielite ou paralisia infantil

VORH (Vacinal oral de Rotavírus Humano) (5)

1ª dose

Diarreia por Rotavírus

Vacina Pneumocóccica 10 valente (6)

1ª dose

Pneumonia, Otite, Meningite e outras doenças causadas pelo Pneumococo

3 meses

Vacina meningocóccica C (conjugada) (7)

1ª dose

Doença invasiva causada por Neisseria meningitidis do sorogrupo C

4 meses

Pentavalente (DTP + Hib + HB) (3)

2ª dose

Difteria, tétano, coqueluche, meningite, outras infecções por Haemophilus influenza tipo b e Hepatite B

VIP (Vacina inativada contra a Poliomielite) (4)

2ª dose

Poliomielite ou Paralisia Infantil

VORH (Vacinal oral de Rotavírus Humano) (5)

2ª dose

Diarreia por Rotavírus

Vacina Pneumocóccica 10 valente (6)

2ª dose

Pneumonia, Otite, Meningite e outras doenças causadas pelo Pneumococo

5 meses

Vacina meningocóccica C (conjugada) (7)

2ª dose

Doença invasiva causada por Neisseria meningitidis do sorogrupo C

6 meses

Pentavalente (DTP + Hib + HB) (3)

3ª dose

Difteria, tétano, coqueluche, meningite, outras infecções por Haemophilus influenza tipo b e Hepatite B

VIP (Vacina inativada contra a Poliomielite) (4)

3ª dose

Poliomielite ou Paralisia Infantil

9 meses

Vacina Contra Febre Amarela (9)

Dose inicial

Febre Amarela

12 meses

Vacina Tríplice Viral (SCR) (10)

1ª dose

Sarampo, Caxumba e Rubéola

Vacina meningocóccica C (conjugada) (7)

3ª dose

Doença invasiva causada por Neisseria meningitidis do sorogrupo C

Vacina Pneumocóccica 10 valente (6)

Reforço

Pneumonia, Otite, Meningite e outras doenças causadas pelo Pneumococo

15 meses

Vacina Tríplice Bacteriana (DTP) (11)

1º reforço

Difteria, Tétano, Coqueluche

VOP (Vacina oral contra a Poliomielite) (4)

Reforço

Poliomielite ou Paralisia Infantil

Vacina contra a Hepatite A

Dose única

Hepatite A

Vacina Tetraviral (12)

-

Sarampo, Caxumba, Rubéola e Varicela (Catapora)

4 anos

Vacina Tríplice Bacteriana (DTP) (11)

2º reforço

Difteria, Tétano, Coqueluche

VOP (Vacina oral contra a Poliomielite) (4)

Reforço

Poliomielite ou Paralisia Infantil

Vacina Contra Febre Amarela (9)

Dose única

Febre Amarela

Anual

Influenza

Dose inicial

Gripe

(*) Campanhas Nacionais: as crianças devem também receber as vacinas definidas para as Campanhas de Vacinação, como as duas doses anuais da Vacina Oral da Poliomiielite (Sabin) e a Vacina Influenza (da Gripe), para crianças entre os 6 meses e os 2 anos de idade.

(1) Vacina BCG: administrar o mais precoce possível, preferencialmente após o nascimento. Nos prematuros com menos de 36 semanas administrar a vacina após completar 1 (um) mês de vida e atingir 2 Kg. Se a vacina não foi administrada na maternidade, aplicar na 1ª visita ao serviço de saúde.

Administrar uma dose em crianças menores de cinco anos de idade (4 anos, 11meses e 29 dias) sem cicatriz vacinal. Contatos íntimos de portadores de hanseníase menores de 1 (um) ano de idade comprovadamente vacinados, não necessitam da administração de outra dose de BCG. Contatos de portadores de hanseníase com mais de 1 (um) ano de idade, sem cicatriz - administrar uma dose.

Contatos comprovadamente vacinados com a primeira dose - administrar outra dose de BCG. Manter o intervalo mínimo de seis meses entre as doses da vacina. Contatos com duas doses não administrar nenhuma dose adicional. Na incerteza da existência de cicatriz vacinal ao exame dos contatos íntimos de portadores de hanseníase, aplicar uma dose, independentemente da idade. Para criança HIV positiva, a vacina deve ser administrada ao nascimento ou o mais precocemente possível. Para as crianças que chegam aos serviços ainda não vacinadas, a vacina está contraindicada na existência de sinais e sintomas de imunodeficiência, não se indica a revacinação de rotina. Para os portadores de HIV (positivo) a vacina está contraindicada em qualquer situação.

(2) Vacina Hepatite B (recombinante): administrar preferencialmente nas primeiras 12 horas de nascimento, ainda na maternidade, ou, caso não tenha sido administrada, na primeira visita ao serviço de saúde. Nos prematuros, menores de 36 semanas de gestação ou em recém-nascidos à termo de baixo peso (menor de 2 Kg), seguir esquema de quatro doses, sendo que as 3 seguintes serão feitas em conjunto com a vacina Pentavalente, que inclui a Tríplice Bacteriana e a anti Haemophilus B, aos 2, 4 e 6 meses de vida.

Caso a primeira visita ao serviço de saúde ocorrer após a 6ª semana de vida administrar a vacina Pentavalente.

Na prevenção da transmissão vertical em recém-nascidos (RN) de mães portadoras da hepatite B administrar a vacina e a imunoglobulina humana anti-hepatite B (HBIG), disponível nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais - (CRIE) nas primeiras 12 horas ou no máximo até sete dias após o nascimento. A vacina e a HBIG devem ser administradas em locais anatômicos diferentes. A amamentação não traz riscos adicionais ao RN que tenha recebido a primeira dose da vacina e a imunoglobulina.

(3) Vacina Pentavalente (conjugada): vacina adsorvida difteria, tétano, pertussis + Haemophilus influenzae b (conjugada) + Hepatite B: Administrar aos 2, 4 e 6 meses de idade. Intervalo entre as doses de 60 dias e, mínimo de 30 dias. A vacina adsorvida difteria, tétano e pertussis (DTP) são indicados dois reforços. O primeiro reforço administrar aos 15 meses de idade e o segundo reforço aos 4 (quatro) anos. Importante: a idade máxima para administrar esta vacina é aos 6 anos, 11 meses e 29 dias. Os comunicantes domiciliares e escolares de casos de difteria não vacinados, com esquema incompleto ou com situação vacinal desconhecida, administrar 1 dose da vacina DTP (em crianças até 6 anos 11 meses e 29 dias) e dT (crianças com 7 anos ou mais). Em caso de ferimentos graves ou comunicantes de pessoas com difteria, antecipar a dose de reforço quando a última dose foi administrada há mais de 5 (cinco) anos.

(4) Vacina inativada Poliomielite 1, 2 e 3 (inativados): administrar duas doses (2 e 4 meses). Manter o intervalo entre as doses de 60 dias e, mínimo de 30 dias. Aos 6 meses deve receber a vacina oral contra a Poliomielite (Sabin). Administrar o reforço aos 15 meses de idade, utilizando-se também a vacina oral.

No caso em que a criança tenha tomado a terceira dose após os 6 meses de idade, considerar o intervalo mínimo de 6 meses após a última dose para administrar o reforço.

(5) Vacina oral Rotavírus humano G1P1 (atenuada): administrar duas doses seguindo rigorosamente os limites de faixa etária:

primeira dose: 1 mês e 15 dias a no máximo 3 meses e 15 dias.

segunda dose: 3 meses e 15 dias a 7 meses e 29 dias.

O intervalo mínimo preconizado entre a primeira e a segunda dose é de 30 dias. Nenhuma criança poderá receber a segunda dose sem ter recebido a primeira. No caso de uso da vacina oral, se a criança regurgitar, cuspir ou vomitar após a vacinação não repetir a dose. As datas oficiais no calendário vacinal são aos 2 e 4 meses.

(6) Vacina Pneumocócica 10 valente (conjugada): no primeiro semestre de vida, administrar 3 (três) doses, aos 2, 4 e 6 meses de idade. O intervalo entre as doses é de 60 dias e, mínimo de 30 dias. Fazer um reforço, preferencialmente, entre 12 e 15 meses de idade, considerando o intervalo mínimo de seis meses após a 3ª dose. Crianças com inicio do esquema vacinal na faixa etária entre 7 e 9 meses de idade:

o esquema de vacinação consiste em duas doses com intervalo de pelo menos 1 (um) mês entre as doses.

O reforço é recomendado preferencialmente entre 12 e 15 meses, com intervalo de pelo menos 2 meses. Crianças com início do esquema vacinal entre 10 e 11 meses de idade: o esquema de vacinação consiste em duas doses com intervalo de pelo menos 1 (um) mês entre as doses, sem necessidade de reforço.

(7) Vacina Meningocócica C (conjugada): administrar duas doses aos 3 e 5 meses de idade, com intervalo entre as doses de 60 dias, e mínimo de 30 dias. O reforço é recomendado preferencialmente entre 12 e 15 meses de idade. Crianças com início do esquema vacinal na idade de 10 ou 11 meses: o esquema de vacinação consiste em duas doses com intervalo de 2 (dois) mês entre as doses, sem necessidade de reforço.

(8) Vacina oral Poliomielite 1, 2 e 3 (atenuados): administrar aos 6 meses deve receber a vacina oral contra a Poliomielite (Sabin). Administrar o reforço aos 15 meses de idade, utilizando-se também a vacina oral.

No caso em que a criança tenha tomado a terceira dose após os 6 meses de idade, considerar o intervalo mínimo de 6 meses após a última dose para administrar o reforço. Deve ser usada também nas campanhas anuais de vacinação.

(9) Vacina Febre Amarela (atenuada): administrar aos 9 (nove) meses de idade. Durante surtos, antecipar a idade para 6 (seis) meses. Indicada aos residentes ou viajantes para as seguintes áreas com recomendação da vacina: Estados do Acre, Amazonas, Amapá, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Distrito Federal e Minas Gerais e alguns Municípios dos Estados do Piauí, Bahia, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Para informações sobre os Municípios destes Estados, buscar as unidades de saúde destes. No momento da vacinação considerar a situação epidemiológica da doença. Para os viajantes que se deslocarem para os países em situação epidemiológica de risco, buscar informações sobre administração da vacina nas embaixadas dos respectivos países a que se destinam ou na Secretaria de Vigilância em Saúde do Estado.

Administrar a vacina 10 (dez) dias antes da data da viagem.

A partir de 11 de julho de 2016, segundo a orientação da Organização Mundial de Saúde e de acordo com o Regulamento Sanitário Internacional, a validade do Certificado Internacional de Vacinação e Profilaxia (CIVP) será para toda a vida e não será mais necessário revalidar a cada 10 anos, ou seja, a emissão do CIVP deverá ser feita com a comprovação de uma dose de vacina da febre amarela sem a necessidade do reforço a cada 10 anos. (Nota informativa 143/CGPNI/DEVIT/SVS/MS).

Para saber os locais de vacinação contra a Febre Amarela, clique aqui.

(10) Vacina Sarampo, Caxumba e Rubéola: administrar duas doses. A primeira dose aos 12 meses de idade e a segunda dose deve ser administrada aos 4 (quatro) anos de idade. Em situação de circulação viral, antecipar a administração de vacina para os 6 (seis) meses de idade, porém deve ser mantido o esquema vacinal de duas doses e a idade preconizada no calendário. Considerar o intervalo mínimo de 30 dias entre as doses.

(11) Vacina Tríplice Bacteriana (DTP - vacina adsorvida difteria, tétano, pertussis): Após a administração da Pentavalente aos 2, 4 e 6 meses de idade, a vacina adsorvida difteria, tétano e pertussis (DTP) é indicada nos dois reforços. O primeiro reforço administrar aos 15 meses de idade e o segundo reforço aos 4 (quatro) anos. Importante: a idade máxima para administrar esta vacina é aos 6 anos, 11 meses e 29 dias. Os comunicantes domiciliares e escolares de casos de difteria não vacinados, com esquema incompleto ou com situação vacinal desconhecida, administrar 1 dose da vacina DTP (em crianças até 6 anos 11 meses e 29 dias) e dT (crianças com 7 anos ou mais). Em caso de ferimentos graves ou comunicantes de pessoas com difteria, antecipar a dose de reforço quando a última dose foi administrada há mais de 5 (cinco) anos.

(12) Vacina Tetraviral (contra Sarampo, Caxumba, Rubéola e Varicela - atenuada): deverá ser administrada para crianças que já receberam uma dose da vacina Tríplice Viral (Sarampo, Caxumba e Rubéola).

 

Calendário de vacinação para crianças maiores de 7 anos e adolescentes até 19 anos

Idade e intervalo entre as doses

Vacina

Dose

Doenças evitadas

De 7 a 19 anos

(na primeira visita ao serviço de saúde)

Se não possuir vacinação anterior

Vacina BCG-ID (3)

Única

Formas graves da tuberculose (principalmente nas formas miliar e meníngea)

Vacina Contra Hepatite B (1)

1ª dose

Hepatite B

Vacina Dupla tipo adulto - dT (2)

1ª dose

Difteria e Tétano

Vacina Contra Poliomielite (3)

1ª dose

Poliomielite (Paralisia Infantil)

Vacina HPV (6)

1ª dose

Papiloma Vírus Humano

Vacina Tríplice Viral (SCR) (5)

1ª dose

Sarampo, Caxumba e Rubéola

2 meses após a primeira visita

Vacina Contra Hepatite B (1)

2ª dose

Hepatite B

Vacina Dupla tipo adulto - dT (2)

2ª dose

Difteria e Tétano

Vacina Contra Poliomielite (3)

2ª dose

Poliomielite (Paralisia Infantil)

Vacina Tríplice Viral (SCR) (5)

2ª dose

Sarampo, Caxumba e Rubéola

4 a 6 meses após a primeira visita

Vacina HPV (6)

2ª dose

Papiloma Vírus Humano

Vacina Contra Hepatite B (1)

3ª dose

Hepatite B

Vacina Dupla tipo adulto - dT (2)

3ª dose

Difteria e Tétano

Vacina Contra Poliomielite (3)

3ª dose

Poliomielite (Paralisia Infantil)

Vacina Contra Febre amarela (4)

Dose ùnica

Febre Amarela

A cada 10 anos por toda vida

Vacina Dupla tipo adulto - dT (2)

Reforço

Difteria e Tétano

Orientações importantes para a vacinação do adolescente

(1) Vacina Hepatite B (recombinante): administrar em adolescentes não vacinados ou sem comprovante de vacinação anterior, seguindo o esquema de três doses. Aqueles com esquema incompleto, completar o esquema. A vacina é indicada para gestantes não vacinadas e que apresentem sorologia negativa para o vírus da hepatite B após o primeiro trimestre de gestação.

O intervalo mínimo entre a segunda e a terceira dose é de dois meses desde que o intervalo de tempo decorrido entre a primeira e terceira doses seja, no mínimo, de quatro meses.

(2) Vacina adsorvida Difteria e Tétano - dT (Dupla tipo adulto): adolescente sem vacinação anteriormente ou sem comprovação de três doses da vacina, seguir o esquema de três doses. O intervalo entre as doses é de 60 dias e no mínimo de 30 (trinta) dias. Os vacinados anteriormente com 3 (três) doses das vacinas DTP, DT ou dT, administrar reforço, a cada dez anos após a data da última dose. Em caso de gravidez, ferimentos graves e pessoas comunicantes de casos de difteria antecipar a dose de reforço quando a última dose foi administrada há mais de 5 (cinco) anos. Mas deve ser administrada pelo menos 20 dias antes da data provável do parto.

(3) Vacina BCG-ID e vacina contra a Poliomielite: indicadas prioritariamente para pessoas com até 15 anos de idade. Havendo disponibilidade deve ser utilizada a vacina inativada contra a poliomielite.

(4) Vacina Febre Amarela (atenuada): Indicada 1 (uma) dose aos residentes ou viajantes para as seguintes áreas com recomendação da vacina: Estados do Acre, Amazonas, Amapá, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Distrito Federal e Minas Gerais e alguns Municípios dos Estados do Piauí, Bahia, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Para informações sobre os Municípios destes Estados, buscar as Unidades de Saúde destes. No momento da vacinação considerar a situação epidemiológica da doença. Para os viajantes que se deslocarem para os países em situação epidemiológica de risco, buscar informações sobre administração da vacina nas embaixadas dos respectivos países a que se destinam ou na Secretaria de Vigilância em Saúde do Estado. Administrar a vacina 10 (dez) dias antes da data da viagem.

A partir de 11 de julho de 2016, segundo a orientação da Organização Mundial de Saúde e de acordo com o Regulamento Sanitário Internacional, a validade do Certificado Internacional de Vacinação e Profilaxia (CIVP) será para toda a vida e não será mais necessário revalidar a cada 10 anos, ou seja, a emissão do CIVP deverá ser feita com a comprovação de uma dose de vacina da febre amarela sem a necessidade do reforço a cada 10 anos. (Nota informativa 143/CGPNI/DEVIT/SVS/MS).

Para saber os locais de vacinação contra a Febre Amarela, clique aqui.

Precaução: a vacina é contra indicada para gestante e mulheres que estejam amamentando.

Nestes casos buscar orientação médica do risco epidemiológico e da indicação da vacina.

(5) Vacina Sarampo, Caxumba e Rubéola (SCR): considerar vacinado o adolescente que comprovar o esquema de duas doses. Em caso de apresentar comprovação de apenas uma dose, administrar a segunda dose. O intervalo entre as doses é de 30 dias.

(6) Vacina HPV: administrar 2 doses, com intervalo mínimo de 6 meses entre a primeira e a segunda doses. indicada para meninas entre 9 e 13 anos de idade.

 

Calendário de vacinação do adulto - entre 20 e 59 anos

Idade

Vacinas

Dose

Doenças evitadas

Primeira Visita

Vacina Contra Hepatite B (1) (Grupos Vulneráveis)

1ª dose

Contra Hepatite B

Vacina Dupla tipo adulto - dT (2)

1ª dose ou Reforço a cada 10 anos

Contra Difteria e Tétano

Vacina Tríplice Viral (SCR) (4)

Dose única

Contra Sarampo, Caxumba e Rubéola

2 meses após a primeira visita

Vacina Dupla tipo adulto - dT (2)

2ª dose

Contra Difteria e Tétano

Vacina Contra Hepatite B (1)

2ª dose

Contra Hepatite B

Vacina Contra Febre amarela (3)

Dose única

Contra Febre Amarela

2 a 6 meses após a primeira visita

Vacina Dupla tipo adulto - dT (2)

3ª dose

Contra Difteria e Tétano

Vacina Contra Hepatite B (1)

3ª dose

Contra Hepatite B

A cada 10 anos por toda a vida

Vacina Dupla tipo adulto - dT (2)

Reforço

Contra Difteria e Tétano

Orientações importantes para a vacinação do adulto e idoso.

(1) Vacina Hepatite B (recombinante): oferecer aos grupos vulneráveis não vacinados ou sem comprovação de vacinação anterior, a saber: Gestantes, após o primeiro trimestre de gestação; trabalhadores da saúde; bombeiros, policiais militares, civis e rodoviários; caminhoneiros, carcereiros de delegacia e de penitenciarias; coletores de lixo hospitalar e domiciliar; agentes funerários, comunicantes sexuais de pessoas portadoras de VHB; doadores de sangue; homens e mulheres que mantêm relações sexuais com pessoas do mesmo sexo (HSH e MSM); lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais, (LGBT); pessoas reclusas (presídios, hospitais psiquiátricos, instituições de menores, forças armadas, dentre outras); manicures, pedicures e podólogos; populações de assentamentos e acampamentos; potenciais receptores de múltiplas transfusões de sangue ou politransfundido; profissionais do sexo/prostitutas; usuários de drogas injetáveis, inaláveis e pipadas; portadores de DST.

Disponível na rede para pessoas até 49 anos.

A vacina esta disponível nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE) para as pessoas imunodeprimidas e portadores de deficiência imunogênica ou adquirida, conforme indicação médica.

(2) Vacina adsorvida Difteria e Tétano - dT (Dupla tipo adulto): Adultos não vacinados ou sem comprovação de três doses da vacina, seguir o esquema de três doses. O intervalo entre as doses é de 60 (sessenta) dias e no mínimo de 30 (trinta) dias. Os vacinados anteriormente com 3 (três) doses das vacinas DTP, DT ou dT, administrar reforço, dez anos após a data da última dose. Em caso de gravidez, ferimentos graves e pessoas comunicantes de casos de difteria antecipar a dose de reforço quando a última dose foi administrada há mais de 5 (cinco) anos. A mesma deve ser administrada pelo menos 20 dias antes da data provável do parto.

(3) Vacina Febre Amarela (atenuada): Indicada aos residentes ou viajantes para as seguintes áreas com recomendação da vacina: Estados do Acre, Amazonas, Amapá, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Distrito Federal e Minas Gerais e alguns Municípios dos Estados do Piauí, Bahia, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Para informações sobre os Municípios destes Estados, buscar as unidades de saúde destes. No momento da vacinação considerar a situação epidemiológica da doença. Para os viajantes que se deslocarem para os países em situação epidemiológica de risco, buscar informações sobre administração da vacina nas embaixadas dos respectivos países a que se destinam ou na Secretaria de Vigilância em Saúde do Estado. Para saber os locais de vacinação contra a Febre Amarela, clique aqui.

Administrar a vacina 10 (dez) dias antes da data da viagem.

A partir de 11 de julho de 2016, segundo a orientação da Organização Mundial de Saúde e de acordo com o Regulamento Sanitário Internacional, a validade do Certificado Internacional de Vacinação e Profilaxia (CIVP) será para toda a vida e não será mais necessário revalidar a cada 10 anos, ou seja, a emissão do CIVP deverá ser feita com a comprovação de uma dose de vacina da febre amarela sem a necessidade do reforço a cada 10 anos. (Nota informativa 143/CGPNI/DEVIT/SVS/MS).

Precaução: a vacina é contraindicada para gestantes e mulheres que estejam amamentando, nos casos de risco de contrair o vírus buscar orientação médica. A aplicação da vacina para pessoas a partir de 60 anos depende da avaliação do risco da doença e benefício da vacina.

(4) Vacina Sarampo, Caxumba e Rubéola (SCR): administrar 1 (uma) dose em mulheres de 20 (vinte) a 49 (quarenta e nove) anos de idade e em homens de 20 (vinte) a 39 (trinta e nove) anos de idade que não apresentarem comprovação vacinal. Indicada para pessoas nascidas a partir de 1960 e mulheres no puerpério. Caso a vacina não tenha sido aplicada na puérpera na maternidade, administrá-la na primeira visita ao serviço de saúde.

 

Calendário de vacinação do adulto com 60 anos ou mais

Idade

Vacinas

Dose

Doenças evitadas

Primeira Visita

Vacina Dupla tipo adulto - dT (1)

1ª dose

Contra Difteria e Tétano

Vacina contra a Hepatite B (4)

1ª dose

Contra a Hepatite B

Vacina Contra Febre amarela (2)

Dose única

Contra Febre Amarela

2 meses após a primeira visita

Vacina Dupla tipo adulto - dT (1)

2ª dose

Contra Difteria e Tétano

Vacina contra a Hepatite B (4)

2ª dose

Contra a Hepatite B

4 a 6 meses após a primeira visita

Vacina Dupla tipo adulto - dT (1)

3ª dose

Contra Difteria e Tétano

Vacina contra a Hepatite B (4)

3ª dose

Contra a Hepatite B

Anualmente

Vacina contra Influenza (3)

Anual

Contra gripes por vírus Influenza

A cada 10 anos

Vacina Dupla tipo adulto - dT (1)

Reforço

Contra Difteria e Tétano

 

(1) Vacina adsorvida Difteria e Tétano - dT (Dupla tipo adulto): Adultos não vacinados ou sem comprovação de três doses da vacina, seguir o esquema de três doses. O intervalo entre as doses é de 60 (sessenta) dias e no mínimo de 30 (trinta) dias. Os vacinados anteriormente com 3 (três) doses das vacinas DTP, DT ou dT, administrar reforço, dez anos após a data da última dose. Em caso de gravidez, ferimentos graves e pessoas comunicantes de casos de difteria antecipar a dose de reforço quando a última dose foi administrada há mais de 5 (cinco) anos. A mesma deve ser administrada pelo menos 20 dias antes da data provável do parto.

(2) Vacina Febre Amarela (atenuada): Indicada aos residentes ou viajantes para as seguintes áreas com recomendação da vacina: Estados do Acre, Amazonas, Amapá, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Distrito Federal e Minas Gerais e alguns Municípios dos Estados do Piauí, Bahia, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Para informações sobre os Municípios destes Estados, buscar as unidades de saúde destes. No momento da vacinação considerar a situação epidemiológica da doença. Para os viajantes que se deslocarem para os países em situação epidemiológica de risco, buscar informações sobre administração da vacina nas embaixadas dos respectivos países a que se destinam ou na Secretaria de Vigilância em Saúde do Estado. Para saber os locais de vacinação contra a Febre Amarela, clique aqui.

Administrar a vacina 10 (dez) dias antes da data da viagem.

A partir de 11 de julho de 2016, segundo a orientação da Organização Mundial de Saúde e de acordo com o Regulamento Sanitário Internacional, a validade do Certificado Internacional de Vacinação e Profilaxia (CIVP) será para toda a vida e não será mais necessário revalidar a cada 10 anos, ou seja, a emissão do CIVP deverá ser feita com a comprovação de uma dose de vacina da febre amarela sem a necessidade do reforço a cada 10 anos. (Nota informativa 143/CGPNI/DEVIT/SVS/MS).

Precaução: a vacina é contraindicada para gestantes e mulheres que estejam amamentando, nos casos de risco de contrair o vírus buscar orientação médica. A aplicação da vacina para pessoas a partir de 60 anos depende da avaliação do risco da doença e benefício da vacina.

(3) Vacina Influenza sazonal (fracionada, inativada): oferecida anualmente durante a Campanha Nacional de Vacinação do Idoso.

(4) Vacina Hepatite B (recombinante): oferecer aos grupos vulneráveis não vacinados ou sem comprovação de vacinação anterior, a saber: Gestantes, após o primeiro trimestre de gestação; trabalhadores da saúde; bombeiros, policiais militares, civis e rodoviários; caminhoneiros, carcereiros de delegacia e de penitenciarias; coletores de lixo hospitalar e domiciliar; agentes funerários, comunicantes sexuais de pessoas portadoras de VHB; doadores de sangue; homens e mulheres que mantêm relações sexuais com pessoas do mesmo sexo (HSH e MSM); lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais, (LGBT); pessoas reclusas (presídios, hospitais psiquiátricos, instituições de menores, forças armadas, dentre outras); manicures, pedicures e podólogos; populações de assentamentos e acampamentos; potenciais receptores de múltiplas transfusões de sangue ou politransfundido; profissionais do sexo/prostitutas; usuários de drogas injetáveis, inaláveis e pipadas; portadores de DST.

Disponível na rede para pessoas até 49 anos.

A vacina esta disponível nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE) para as pessoas imunodeprimidas e portadores de deficiência imunogênica ou adquirida, conforme indicação médica.

(*) Vacina Pneumocócica 23-valente (polissacarídica): administrar 1 (uma) dose durante a Campanha Nacional de Vacinação do Idoso, nos indivíduos de 60 anos e mais que vivem em instituições fechadas como: casas geriátricas, hospitais, asilos, casas de repouso, com apenas 1 (um) reforço 5 (cinco) anos após a dose inicial.

 

ESQUEMA DE VACINAÇÃO PARA GESTANTE E PUÉRPERA

Idade

Vacinas

Dose

Doenças evitadas

Primeira Visita

Vacina Contra Hepatite B (1) (Grupos Vulneráveis)

1ª dose

Contra Hepatite B

Vacina Dupla tipo adulto - dT (2)

1ª dose ou Reforço a cada 10 anos

Contra Difteria e Tétano

2 meses após a primeira visita

Vacina Dupla tipo adulto - dT (2)

2ª dose

Contra Difteria e Tétano

Vacina Contra Hepatite B (1)

2ª dose

Contra Hepatite B

4 a 6 meses após a primeira visita

Vacina Tríplice Acelular do Adulto - dTpa (3)

3ª dose

Contra Difteria, Tétano e Coqueluche

Vacina Contra Hepatite B (1)

3ª dose

Contra Hepatite B

Em qualquer fase da gestação

Vacina Influenza (4)

Uma dose

Gripe

Reforço Único após 10 anos

Vacina Tríplice Viral (SCR) (5)

Reforço

Primeira dose

 

Caso o pessoa apresente documentação com esquema de vacinação incompleto, é suficiente completar o esquema iniciado.

Caso a gestante ou puérpera tenha recebido três ou mais doses das vacinas DTP, DT, dT, aplicar uma dose de reforço com a vacina dTpa.

O intervalo mínimo entre a primeira e a segunda dose da vacina hepatite B é de 30 (trinta) dias.

A vacina dTpa deve ser administrada preferencialmente entre a 27ª e 36ª semana a cada gestação. Gestantes com inicio de esquema de vacinação tardio devem receber a dTpa na primeira ou segunda visita, se necessário, complementando o esquema com dT.

O intervalo para a terceira dose da vacina hepatite B pode ser de dois meses após a segunda, desde que o intervalo de tempo decorrido da primeira dose seja, no mínimo, de quatro meses.

A vacina contra a Influenza está disponível na rede pública durante períodos de campanha. Administrar caso a vacina não tenha sido aplicada durante a gestação.

Caso a vacina Tríplice Viral não tenha sido aplicada na maternidade, administrar na primeira visita ao serviço de saúde. Agendar a segunda dose com intervalo mínimo de quatro semanas.

 

Onde ser imunizado(a)